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Goiânia — A preparação de doces diversos e licores foi a atividade desenvolvida na primeira aula do curso básico em processamento de alimentos, oferecido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás no campus de Itumbiara. As alunas do curso, atendidas pelo programa Mulheres Mil do Ministério da Educação, tiveram a aula prática na noite de terça-feira, 15.

Sob a orientação do professor Leonardo Magalhães de Castro, elas prepararam doces de banana e de casca da fruta e licores de abacaxi e de banana. A aula foi ministrada na cozinha da Escola Municipal D. Venância Magalhães Cotrim, cedida pela prefeitura de Itumbiara para o curso. De acordo com Leonardo, a aula atendeu as expectativas. “O importante é mostrar a visão do que é um procedimento adequado na preparação dos alimentos, que envolve higiene e controle, para se chegar a um produto seguro”, ressaltou.

Antes de pôr a mão na massa, as estudantes assistiram a aulas teóricas, ministradas por Leonardo e pelo também professor João Paulo Victorino Santos. Segundo Glauce Ribeiro de Souza Mendonça, uma das gestoras do projeto, as alunas estavam ansiosas com relação à parte prática do curso. “São seis aulas práticas, mas elas querem mais”, ressaltou.

Experiências — Para Leonardo, as aulas práticas oferecem às alunas a oportunidade de mostrar os conhecimentos que trazem da própria vivência. É o caso de Eva Aparecida Narciso Miranda, que trabalha como zeladora de escola e já complementa a renda com venda de doces. Agora, pretende aperfeiçoar os conhecimentos: “Quero aumentar a renda e melhorar o que eu já sei”, afirmou.
Abrir um negócio é a meta também de Nilva Ramos de Andrade.  Ela projeta vender doces de frutas e trufas. “A aula foi muito importante, pois aprendi o segredo do ácido cítrico”, contou a aluna, em alusão à técnica ensinada para escurecer os doces.

Ao contrário das colegas, a auxiliar de saúde bucal Flávia Araújo Gomes dos Santos não tem experiência com culinária, mas já tomou gosto pela área. “Não é tão complicado como imaginei”, disse. (Assessoria de imprensa do Instituto Federal de Goiás)

Palavras-chave: educação profissional, instituto federal, Mulheres Mil

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