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 Professora e alunas no momento do lanche. (Divulgação IFAL)

A resistência dos maridos é uma das dificuldades que as alagoanas enfrentam para voltar a estudar. “Algumas enfatizam que a volta à sala de aula melhorou o relacionamento com o marido, outras reclamam das dificuldades para convencer o companheiro. Às vezes, preciso interferir para que eles acreditem no programa”, relata a docente Eliane Oliveira.

Atualmente, as alunas estão na etapa de elevação de escolaridade, preparatória para o curso de qualificação em produção de alimentos. Na sala de aula, a turma foi divida em grupos para facilitar a aprendizagem. “A realidade é diferente, pois há um grupo formado por analfabetas, outras cursaram até a quinta série e algumas que ainda estudam”, explica Eliane Oliveira.

A aluna Sebastiana da Silva, que participa do programa junto com as duas filhas, destaca que o Mulheres Mil é uma oportunidade de voltar a estudar. “Vou com todo o gosto, pois é uma chance de aprender agora o que deixei de aprender ao longo dos anos”, disse.

Jerônimo Albuquerque – Assessoria de imprensa do IFAL

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