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Mulheres se reúnem para debater alternativas de trabalho.

As alunas da primeira turma estão discutindo possibilidades de inserção no mercado de trabalho. Certificadas pelo Instituto Federal do Piauí (IFPI) na área de corte e costura, o desafio das egressas é encontrar alternativas que possam gerar trabalho e renda.

Dentre as possibilidades apontadas pelo grupo estão a criação de uma cooperativa, realização de exposições e a construção de um galpão para a instalação da sede oficial das Mulheres Mil do Piauí. “Buscaremos o Banco do Nordeste para orientá-las e apoiá-las nessa caminhada”, pontuou a pró-reitora de extensão do IFPI, Ana Cláudia Xavier.

Enquanto isso, algumas seguem desenvolvendo o trabalho individualmente em suas casas ou em empresas, como é o caso de Maria Dalvina, que foi contratada por um ateliê. Já Maria Rodrigues Monteiro Melo, 74, está transformando o que aprendeu em renda. “Quando comecei o curso, eu não sabia fazer nada. Agora já ganho meu troco vendendo patckwork para fazer capa de almofadas”, comemorou Maria.

Atualmente, estão sendo qualificadas 48 novas alunas, 24 na área de modelagem e as demais na de confecção de peças íntimas.

Elizabete Sales – Assessoria de imprensa do IFPI

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