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“Só quem toma um sonho como sua forma de viver sabe desvendar o segredo de ser feliz”. A frase inserida incidentalmente por Ricardo Feghali, do Grupo Roupa Nova, na música “Nos Bailes da Vida”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, demonstra a transformação que os sonhos provocam na vida das pessoas.

Dentre as tantas definições que se pode encontrar nos dicionários para a palavra, destaca-se aquela que diz que o sonho é uma idéia que alimentamos e da qual nos orgulhamos, um pensamento dominante que seguimos com interesse ou paixão.

Gecilane Augusto e Eliane Carvalho, moradoras da comunidade Bebida Velha, relatam o desejo de terminar os estudos. E Gecilane vai além: quer ser médica pediatra para ajudar crianças. Alcançar a independência financeira, ajudar no sustento da família também são sonhos que essas mulheres alimentam.

Ouvir os relatos de vida de mulheres como Maria Cândida da Silva e Maria Angela Brilhante é ouvir sobre sonhos, de desejos que surgem e não se perdem quando as decepções aparecem. “Tive uma vida difícil, criada sem mãe”, fala Cândida, que trabalha há mais de 20 anos na agricultura. “Passei fome, apanhei, mas meu sonho é melhorar de vida”, completa.

Para essas mulheres não importa o tamanho nem a quantidade dos sonhos, mas a esperança de vê-los realizados. Durante uma atividade realizada na comunidade de Bebida Velha, Maria Angela escreveu: “Sobre a minha vida, se eu fosse relatar, não daria estas poucas linhas, e sim um livro. A maioria das páginas, só vida sofrida... Mesmo assim, espero realizar um pouco dos meus sonhos”.

Leia os depoimentos: 1, 2 e 3.

Carmem Spinolla – Assessoria de imprensa da Funcern
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