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Alunas recebem camisetas para usar durante o estágio (Vanessa Sena)
Mais uma turma do Transformação, Cidadania e Renda, no Amazonas, chega ao fim do curso de qualificação profissional. Dessa vez , 20 alunas concluem o curso de camareira e seguem para estágio em hotéis da cidade de Manaus.

Durante cinco meses, as participantes tiveram oportunidade de adquirir conhecimentos em primeiros socorros, informática, saúde da mulher, noções básicas da língua inglesa e outros assuntos que serão aplicados no cotidiano profissional.

Rayane da Silva, 22 anos, avalia que o curso foi importante para o crescimento pessoal e profissional e destaca a disciplina de inclusão digital. “Tivemos um módulo de informática e, para algumas alunas, foi a primeira vez tiverem a chance de usaram um computador. Saber usar um computador é de extrema importância nos dias de hoje”, diz Rayane.

As alunas também apontam as relações interpessoais como um dos principais ensinamentos. “Esse curso é muito importante, porque está nos qualificando não só como camareira, mas também como pessoa. Acho interessante a interação que existe entre todas as alunas”, explica Lizandra.

Ivone destaca que saber se relacionar com o público é um aspecto fundamental na atividade de camareira. “Aprendemos ainda mais a lidar com o ser humano, porque não é só arrumar quarto e limpar banheiro, temos que saber tratar o público e as pessoas com quem convivemos”, finaliza Ivone.

Teoria aplicada na prática

Agora começa  a etapa mais esperada pelas participantes, o estágio. A parte prática do curso é ministrada pelo Serviço Nacional do Comércio (Senac), parceiro do Instituto Federal do Amazonas na implantação do Mulheres Mil.  “Depois das aulas no Senac, vamos para a etapa final e  poderemos colocar em prática tudo que aprendemos em sala de aula. Não sei se a maioria vai querer seguir na área de hotelaria, mas eu vou”, diz Elizandra Regis.

Para Ivone Rodrigues, 35 anos, que trabalhou como camareira antes de participar do projeto, o Mulheres Mil oferece fonte de conhecimento para quem deseja atuar na área.  “Resolvi participar para saber se a maneira como eu trabalhava antes era a forma correta. Hoje vejo que aprendi bastante sobre essa área”, diz Ivone.

Vanessa Sena – Assessoria de imprensa do IFAM
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